Biografia

Milton Blaser vive e trabalha em São Paulo. Graduado em artes plásticas pela Faculdade Belas Artes,
participa atualmente do grupo de acompanhamento de projetos com Carla Chaim e Nino Cais no
Hermes Artes Visuais e do Ateliê de Pintura com Ana Gentil.
Participou do grupo de estudos de produção de arte contemporânea com Paulo Miyada e
Pedro França no Instituto Tomie Ohtake em 2017. Em 2016 participou da clínica de projetos
do Ateliê 397 e fez acompanhamento de projetos com Teresa Viana e Regina Johas (2013/2015).
Milton Blaser trabalha com os processos das relações cromáticas, das abstrações e das formas geométricas,
construindo e estabelecendo novas relações de cores, ritmos e planos.
Utiliza como suporte principalmente o papel, buscando a construção de novos planos imagéticos
através da materialidade da pintura.
Milton Blaser incorporou recentemente em seu processo a colagem em papel utilizando spray e imagens
fotográficas com aplicação de ecoline, estabelecendo assim novas relações pictóricas e resgatando
memórias até então ocultas de seu círculo familiar.
Com a apropriação de novos materiais, Milton Blaser passou também a trabalhar com objetos do seu cotidiano
coletados aleatoriamente mas que possibilitaram estabelecer novas relações pictóricas, ressignificando-os e
criando um novo vínculo entre a sua vivência com esses objetos e a materialidade da pintura.
Exposições:
Em 2016 fez sua individual no Zeffiro – SP.
Em 2016 participou das coletivas: VI Salão Internacional SINAP/AIAP; 30º Salão de Artes Plásticas de Arceburgo – MG ;
34º Salão de Artes Plásticas de Rio Claro – SP e 78° Salão de Artes Plásticas de Araras –SP.
Prêmios:
Premiado com medalha de ouro na categoria Pintura com o trabalho Monge no VI Salão Internacional SINAP/AIAP em 2016.
Cursos Realizados:
O Desenho e outros Crimes do Desejo coordenado por Cadu
Escola Entrópica – Instituto Tomie Ohtake – maio/junho 2017
Grupo de estudo e produção de arte contemporânea coordenado por Paulo Miyada e Pedro França.
Escola Entrópica – Instituto Tomie Ohtake – março/abril 2017